Pra você notar.
Hoje tem alguma coisa diferente no ar.
Eu fui me deitar cedo, o barulho da cidade funcionou como uma canção de ninar, dizendo que você já se divertiu o bastante.
Predestinados, é oque somos, e o destino nos engana tão bem. Ficamos tão cegos a ponto de não ver oque está para acontecer e todos temos essa virtude não praticada, mas um dia imprevisivél você vai ver, vai passar pela sua cabeça sem querer, o relance de uma nova pessoa, descendo as escadas e saindo pela porta sem olhar pra trás, e é isso que vai acontecer por que já estava escrito em algum lugar, e que autor desprezivel o do livro sobre minha vida. O mundo inteiro continua girarando, mas o meu resolveu parar, oque é mais mediocre do que se deixar levar? O sol já se apagou. E precisa da manhã como nunca, e o poder dessa sensação ninguém explica, é como alguém tirando toda sua juventude e escondendo em algum lugar inacessivél aos olhos. Eu quero ver, sentir, tocar, de uma forma não premeditada denovo e só basta me permitir, saber entrar e sair desse labirinto de escolhas que me prega cada armadilha. Estou em casa, mas não me sinto.
Não sinto nada, de tanto desprezo por esse corpo. É tão estranho. Tudo.
Nada.
Fim.
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