eu não passei pela portaria outra vez
e essa cama é o último lugar que eu posso me deitar sem lembrar.
pobre poema vago eu sou
teu império , teu reinado .
- que nova visão tens assim criança invisivél ?
as três e quarenta e três acordada .
cabeça sobre os joelhos, manchando tuas roupas com lágrimas.
vai ver, seguir em frente não é pra mim .
logo eu que morro por teu encaixe .
espera enquanto minhas maos invadem outro corpo
e as coisas já não são mais as mesmas
aonde respeitar é se arrepender
almejar é se torturar,
sobre o imenso numero de pessoas que te veneram
eu sou apenas mais uma .
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